Operação → Vender passagem. O caminho é sempre o mesmo:
- Trecho e data. De onde para onde, e que dia. A tela mostra as saídas daquele trecho naquela data.
- A saída. Horário, ônibus e lugares disponíveis.
- A poltrona, no mapa do ônibus — quando aquele horário marca lugar.
- Quem viaja, quando a regra pedir nome e documento.
- Pagamento e emissão do bilhete.
Por que às vezes ele pede o nome e às vezes não
Depende da venda, e não da empresa. Uma inteira pode sair sem nome; uma gratuidade de idoso sai com nome, documento e o número do benefício, porque é isso que a fiscalização cobra na porta do ônibus. O sistema pede o que aquela venda exige.
"Não deu para segurar o lugar"
Aparece quando outra pessoa fechou a mesma poltrona primeiro — no guichê ao lado ou na maquininha dentro do ônibus. O mapa volta atualizado; é só escolher outro lugar. Nada foi cobrado: a venda só passa a existir depois do pagamento confirmado.
O bilhete
Sai pela impressora do guichê, no modelo configurado em Empresa → Modelo do bilhete. Dá para mandar o mesmo bilhete por e-mail ou WhatsApp: o passageiro recebe um link que abre a passagem no celular, com o QR do embarque. Nessa página o documento aparece mascarado e o telefone não aparece — quem recebe o link encaminhado não leva junto os dados de quem viaja.
Segunda via de uma venda antiga: procure a passagem em Operação → Passagens, pelo localizador, nome ou documento.