Pular para o conteúdo
MAXAL

Vender uma passagem no guichê

Do trecho ao bilhete impresso, e o que fazer quando o lugar não segura.

Operação → Vender passagem. O caminho é sempre o mesmo:

  1. Trecho e data. De onde para onde, e que dia. A tela mostra as saídas daquele trecho naquela data.
  2. A saída. Horário, ônibus e lugares disponíveis.
  3. A poltrona, no mapa do ônibus — quando aquele horário marca lugar.
  4. Quem viaja, quando a regra pedir nome e documento.
  5. Pagamento e emissão do bilhete.

Por que às vezes ele pede o nome e às vezes não

Depende da venda, e não da empresa. Uma inteira pode sair sem nome; uma gratuidade de idoso sai com nome, documento e o número do benefício, porque é isso que a fiscalização cobra na porta do ônibus. O sistema pede o que aquela venda exige.

"Não deu para segurar o lugar"

Aparece quando outra pessoa fechou a mesma poltrona primeiro — no guichê ao lado ou na maquininha dentro do ônibus. O mapa volta atualizado; é só escolher outro lugar. Nada foi cobrado: a venda só passa a existir depois do pagamento confirmado.

O bilhete

Sai pela impressora do guichê, no modelo configurado em Empresa → Modelo do bilhete. Dá para mandar o mesmo bilhete por e-mail ou WhatsApp: o passageiro recebe um link que abre a passagem no celular, com o QR do embarque. Nessa página o documento aparece mascarado e o telefone não aparece — quem recebe o link encaminhado não leva junto os dados de quem viaja.

Segunda via de uma venda antiga: procure a passagem em Operação → Passagens, pelo localizador, nome ou documento.

Não resolveu?

Chame a gente. Se puder, diga o que estava fazendo e, quando aparecer um código de erro na tela, mande ele junto — é por ele que achamos o caso em segundos.

Segunda a sexta, das 8h às 18h