A regra é sua
Empresa → Cancelamento. Você define o prazo e o quanto é devolvido — por exemplo: até 3 horas antes da saída devolve 95%, depois disso não devolve. O guichê aplica essa regra sozinho, igual para todo mundo, e a conta aparece na tela antes de confirmar.
Cancelar não devolve o dinheiro
Cancelar libera a poltrona e abre uma devolução. Quem paga é o caixa, no momento em que o dinheiro sai da gaveta — e isso é de propósito: o dinheiro sai da mão de uma pessoa, num turno, e precisa aparecer no fechamento daquele turno.
As devoluções em aberto ficam em Financeiro → Devoluções. Acima de um valor que você define, a devolução pede aprovação de quem tem permissão para isso, antes de o dinheiro sair.
Remarcar
Muda a passagem de viagem sem desfazer a venda. Serve para o cliente que avisou antes — e também para quem não embarcou: em vez de tratar como desistência, você remarca. A diferença de preço, quando existe, aparece na tela.
Passar a passagem para outra pessoa
Transferência de titularidade: a passagem continua valendo, com outro nome. Tem prazo de antecedência e permissão própria, porque na porta do ônibus quem confere o documento precisa encontrar o nome certo. A cadeia fica guardada: quem saiu, quem entrou e quando.
Crédito em vez de dinheiro
Em vez de devolver em espécie, dá para transformar o valor em bilhete aberto — um crédito com validade, no nome do cliente, que ele gasta numa próxima viagem. Ver Bilhete aberto.
Passagem cancelada de agência volta como débito na comissão. Sem isso, a empresa devolveria o dinheiro ao passageiro e continuaria tendo pago comissão sobre ele.