Financeiro → Caixa. Todo dinheiro que passa pela mão de alguém passa por um turno de caixa — no guichê e dentro do ônibus.
Abrir
No começo do expediente, o vendedor abre o turno informando o fundo de troco. A partir daí, tudo que ele vender entra naquele turno.
Durante o dia
- Sangria: tirar dinheiro da gaveta (levar ao cofre, ao banco).
- Suprimento: colocar dinheiro (reforço de troco).
Os dois ficam registrados com quem fez e por quê. É o que faz o esperado do fim do dia bater com a realidade.
Fechar
No fim do turno, o sistema mostra quanto ele espera em cada forma de pagamento, e o vendedor informa quanto contou em dinheiro.
Se houver diferença, o sistema pede uma justificativa — e pede com o dinheiro ainda na mão, e não no dia seguinte. Falta de troco, engano, sangria não lançada: a explicação vale mais escrita na hora do que reconstruída depois.
O fechamento não some com a diferença. Ele a registra, com o motivo. É essa honestidade que faz o relatório de caixa servir para alguma coisa.
Caixa esquecido aberto
Turno que ficou aberto e parou de ter movimento é fechado automaticamente, para não sujar a conta do dia seguinte. A regra é de silêncio, e não de relógio: quem está vendendo de madrugada — o ônibus que roda à noite — não é interrompido.
Onde conferir depois
A lista de turnos mostra quem abriu, quem fechou, o esperado, o contado e a diferença, com filtro para ver só os que não bateram. É por aí que se começa quando "o caixa não fecha".