Com o catálogo carregado, o aplicativo faz um dia inteiro de trabalho sem uma chamada de rede. Nada fica esperando sinal para acontecer.
O dia
- Abrir o caixa no aparelho, com o fundo de troco.
- Vender: destino, tipo de passagem, poltrona, pagamento. O bilhete sai impresso na hora.
- Embarque: leitura do QR do bilhete na porta.
- Sangria e suprimento, quando o dinheiro entra ou sai da gaveta.
- Fechar o caixa no fim do expediente, contando o dinheiro.
O preço é o do aparelho
A passagem sai pelo preço que estava no catálogo do aparelho no momento da venda. Se a tabela mudou no servidor enquanto o ônibus estava sem sinal, a venda não é recusada: ela sobe e a diferença aparece como recado para alguém resolver. Recusar a venda com o passageiro embarcando seria pior.
O bilhete é o mesmo do guichê
Mesmo modelo, mesmas regras de dado obrigatório, mesma numeração confiável: os localizadores das maquininhas vêm de uma faixa separada da do guichê, então é impossível dois bilhetes saírem com o mesmo código, mesmo com o ônibus dias sem rede.
Quanto tempo aguenta sem sinal
Cerca de uma semana com o catálogo carregado, vendendo e imprimindo normalmente. O que ficou guardado sobe sozinho quando o sinal voltar, sem duplicar nada.
Cartão e Pix
- Cartão: passa pela maquininha, quando o aparelho está habilitado para isso.
- Pix: o cobrador confere o recebimento e confirma no aparelho — sem internet, não existe quem confirme automaticamente. O botão diz isso com todas as letras, e a responsabilidade é de quem confirma.