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MAXAL

Vender sem internet, dentro do ônibus

O dia inteiro do cobrador: caixa, venda em quatro toques, embarque e fechamento.

Com o catálogo carregado, o aplicativo faz um dia inteiro de trabalho sem uma chamada de rede. Nada fica esperando sinal para acontecer.

O dia

  1. Abrir o caixa no aparelho, com o fundo de troco.
  2. Vender: destino, tipo de passagem, poltrona, pagamento. O bilhete sai impresso na hora.
  3. Embarque: leitura do QR do bilhete na porta.
  4. Sangria e suprimento, quando o dinheiro entra ou sai da gaveta.
  5. Fechar o caixa no fim do expediente, contando o dinheiro.

O preço é o do aparelho

A passagem sai pelo preço que estava no catálogo do aparelho no momento da venda. Se a tabela mudou no servidor enquanto o ônibus estava sem sinal, a venda não é recusada: ela sobe e a diferença aparece como recado para alguém resolver. Recusar a venda com o passageiro embarcando seria pior.

O bilhete é o mesmo do guichê

Mesmo modelo, mesmas regras de dado obrigatório, mesma numeração confiável: os localizadores das maquininhas vêm de uma faixa separada da do guichê, então é impossível dois bilhetes saírem com o mesmo código, mesmo com o ônibus dias sem rede.

Quanto tempo aguenta sem sinal

Cerca de uma semana com o catálogo carregado, vendendo e imprimindo normalmente. O que ficou guardado sobe sozinho quando o sinal voltar, sem duplicar nada.

Cartão e Pix

  • Cartão: passa pela maquininha, quando o aparelho está habilitado para isso.
  • Pix: o cobrador confere o recebimento e confirma no aparelho — sem internet, não existe quem confirme automaticamente. O botão diz isso com todas as letras, e a responsabilidade é de quem confirma.

Não resolveu?

Chame a gente. Se puder, diga o que estava fazendo e, quando aparecer um código de erro na tela, mande ele junto — é por ele que achamos o caso em segundos.

Segunda a sexta, das 8h às 18h