Sincronizar é o aparelho mandar para o sistema o que vendeu e receber o que mudou no cadastro. Sem sinal, o que ele vendeu fica guardado numa fila, esperando a vez.
Operação → Sincronização. É a fila de tudo que saiu do aparelho: vendas, embarques, caixas, sangrias. Cada item mostra quando aconteceu no ônibus e quando chegou ao servidor.
Os desfechos possíveis
| Situação | O que significa |
|---|---|
| Aceita | Entrou no sistema. Nada a fazer. |
| Repetida | O aparelho mandou de novo o que já tinha chegado. O sistema reconhece e não duplica. |
| Conflito | O servidor não pôde aceitar: a poltrona já estava vendida, o caixa já tinha sido fechado, a regra mudou. Precisa de uma pessoa. |
| Erro | Algo inesperado, com um código para o suporte achar o caso. |
Conflito não é perda
O passageiro já viajou, e o bilhete está impresso na mão dele. O conflito não desfaz nada: ele chama alguém para decidir. O caso clássico é o mesmo lugar vendido no guichê e no ônibus quase ao mesmo tempo.
Quando o conflito não tem mais como ser resolvido no sistema — já passou, já foi acertado por fora —, dá para marcá-lo como tratado, com a explicação. Fila que não esvazia vira fila que ninguém olha.
Aparelho calado
O sistema avisa quando um aparelho fica muito tempo sem falar e tem coisa pendurada: gaveta aberta ou venda esperando na fila. Aparelho parado na garagem não vira alarme — alerta que dispara à toa ensina a ignorar alerta.
O que fazer: ligar para o motorista e pedir para deixar o aparelho num lugar com sinal alguns minutos. Nada se perde nesse tempo; só atrasa.
A passagem vendida sem sinal não aparece no relatório? Enquanto não subir, ela não existe para o servidor. O relatório de vendas feitas sem internet mostra quanto cada uma esperou pelo sinal, e avisa na nota que o que não subiu ainda não está ali.